{"id":116,"date":"2023-10-15T16:14:07","date_gmt":"2023-10-15T19:14:07","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:3000\/?page_id=114"},"modified":"2023-12-18T09:23:43","modified_gmt":"2023-12-18T12:23:43","slug":"laboratorio-de-cultura-de-tecidos-vegetais","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/cbg.uesc.br\/index.php\/laboratorio-de-cultura-de-tecidos-vegetais\/","title":{"rendered":"Laborat\u00f3rio de Cultura de Tecidos Vegetais"},"content":{"rendered":"\n<h3 class=\"wp-block-heading has-medium-font-size\">Equipe<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>Pesquisadores Respons\u00e1veis:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\"><br>Dra. F\u00e1tima Cerqueira Alvim<br>Dr. Marcio Gilberto Cardoso Costa<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>Pesquisadores da UESC:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\"><br>Dr. Carlos Priminho Pirovani<br>Dra. Fabienne Micheli<br>Dra. Virg\u00ednia L\u00facia Fontes Soares<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>Pesquisadores Associados:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\"><br>Dr. Abelmon da Silva Gesteira (Embrapa)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>P\u00f3s-Doutorandos:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\"><br>Dra. Amanda Ferreira da Silva Mendes (PNPD-CAPES)<br>Dra. Lor\u00eata Buuda da Matta (CAPES-EMBRAPA)<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>Alunos de Doutorado:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\"><br>Aurizangela Oliveira de Sousa Medeiros<br>Cristina de Paula Santos Martins<br>Fabiana Aparecida Cavalcante Silva<br>Jamilly Azevedo Leal Sena<br>La\u00eds Freire Santos<br>L\u00edvia Santana dos Santos<br>Luciana Cardoso Cidade<br>Sara Pereira Menezes<br>Tahise Magalh\u00e3es de Oliveira<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>Alunos de Mestrado:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\"><br>Andresa Muniz Pedrosa<br>Diana Matos Neves<br>Ednailza Miranda Carvalho Aboboreira<br>Leonardo Ferreira da Silva<br>Luana Pereira Gon\u00e7alves<br>Suzam Lenni da Silva Pereira<br>Thiago Edson Ribeiro da Silva<\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>Alunos de Inicia\u00e7\u00e3o Cient\u00edfica:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\"><br>Gabriela de Souza Trindade<br>Genilson Oliveira Silva<br>Lucas Ferreira do Nascimento<br>Thalinne Mafra Aquino de Morais<br>Ver\u00f4nica Santana da Silva<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading has-medium-font-size\">Projetos e Conv\u00eanios<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>:: Linhas de Pesquisa:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\">As principais linhas de pesquisa do&nbsp;<strong>Laborat\u00f3rio de Cultura de Tecidos Vegetais<\/strong>&nbsp;s\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Estudos de fun\u00e7\u00e3o e regula\u00e7\u00e3o g\u00eanica&nbsp;<em>in planta<\/em>:<\/strong>&nbsp;genes de interesse identificados a partir de an\u00e1lises gen\u00f4micas e prote\u00f4micas, principalmente de citros e cacau, s\u00e3o inseridos em plantas modelo (tabaco, tomate e&nbsp;<em>Arabidopsis<\/em>) para estudos de fun\u00e7\u00e3o, por meio de complementa\u00e7\u00e3o funcional em plantas mutadas, silenciamento g\u00eanico, superexpress\u00e3o e express\u00e3o ect\u00f3pica, e de regula\u00e7\u00e3o da express\u00e3o g\u00eanica, por meio do uso de fus\u00f5es g\u00eanicas com sequ\u00eancias codificadoras de genes rep\u00f3rteres.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Desenvolvimento de m\u00e9todos de transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de plantas:<\/strong>&nbsp;essa linha visa desenvolver novos m\u00e9todos ou otimizar os m\u00e9todos dispon\u00edveis de transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de plantas agronomicamente importantes, como citros e cacau, para aplica\u00e7\u00e3o em estudos fundamentais e aplicados.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de plantas com genes de interesse:<\/strong>&nbsp;essa linha se beneficia do desenvolvimento das duas linhas de pesquisa anteriores, em que os genes de interesse que tiverem a sua fun\u00e7\u00e3o comprovada por meio de estudos funcionais s\u00e3o incorporados em plantas de import\u00e2ncia agron\u00f4mica, por meio de m\u00e9todos previamente desenvolvidos, visando a obten\u00e7\u00e3o de novos gen\u00f3tipos com caracter\u00edsticas desej\u00e1veis.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>:: Projetos:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia de Gen\u00f4mica para Melhoramento de Citros (INCT Citros):<\/strong>&nbsp;o presente projeto desenvolvido na UESC, em colabora\u00e7\u00e3o com o Centro de Citricultura do Instituto Agron\u00f4mico de Campinas (IAC), Embrapa, ESALQ e UNICAMP, focaliza \u00e0 intera\u00e7\u00e3o citros x seca, uma das linhas tem\u00e1ticas do Programa INCT Citros. Essas atividades est\u00e3o distribu\u00eddas nas tr\u00eas plataformas que ap\u00f3iam o referido Programa, da seguinte forma:&nbsp;<em>Plataforma de Informa\u00e7\u00e3o Gen\u00f4mica<\/em>, na qual s\u00e3o desenvolvidos estudos de prote\u00f4mica de citros em intera\u00e7\u00e3o com defici\u00eancia h\u00eddrica, permitindo a amplia\u00e7\u00e3o da base de informa\u00e7\u00f5es, sendo apoiado pela rotina de transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de plantas-modelo (tabaco) visando a an\u00e1lise funcional de genes candidatos de toler\u00e2ncia \u00e0 seca, provenientes das bases de dados do Programa.&nbsp;<em>Plataforma para Aplica\u00e7\u00e3o Gen\u00f4mica<\/em>, onde s\u00e3o avaliadas a fun\u00e7\u00e3o de genes na intera\u00e7\u00e3o citros x seca, atrav\u00e9s de t\u00e9cnicas de express\u00e3o g\u00eanica em larga e em limitada escala. Tais estudos permitir\u00e3o ampliar a base de conhecimentos potencialmente aplic\u00e1veis nas fases seguintes do programa.&nbsp;<em>Plataforma de Aplica\u00e7\u00e3o Gen\u00e9tica<\/em>, representando a interface avan\u00e7ada do melhoramento na qual muita das informa\u00e7\u00f5es geradas previamente (mecanismos b\u00e1sicos de resposta dos citros \u00e0 seca), assim como as constru\u00e7\u00f5es g\u00eanicas obtidas (transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de plantas-modelo) s\u00e3o aplicadas em trabalhos de transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica de variedades porta-enxerto de citros, visando a obten\u00e7\u00e3o de novos materiais gen\u00e9ticos para a citricultura brasileira, potencialmente mais tolerantes \u00e0 seca.<br><em>Financiamento:<\/em>&nbsp;MCT\/CNPq e FAPESP<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Cria\u00e7\u00e3o de variedades-porta-enxerto de citros tolerantes \u00e0 seca mediante transgenia:<\/strong>&nbsp;com base em informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis nos bancos de informa\u00e7\u00f5es gen\u00f4micas do CitEST, HarvEST: Citros e Phytozome, o presente projeto tem como objetivos (1) selecionar genes candidatos de toler\u00e2ncia \u00e0 seca em citros; (2) validar sua fun\u00e7\u00e3o por meio de estudos de express\u00e3o g\u00eanica em em variedades porta-enxerto de citros, submetidas a diferentes condi\u00e7\u00f5es de estresse h\u00eddrico; (3) os genes induzidos em resposta ao d\u00e9ficit h\u00eddrico ser\u00e3o selecionados e utilizados em experimentos de transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica das variedades porta-enxerto citrumelo \u2018Swingle\u2019 e tangerineira \u2018Cle\u00f3patra\u2019, visando o desenvolvimento de linhagens tolerantes \u00e0 seca.<br><em>Financiamento:&nbsp;<\/em>Embrapa Macroprograma-2<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Engenharia do metabolismo de bioss\u00edntese do pigmento natural bixina em plantas:<\/strong>&nbsp;as plantas produzem um vasto repert\u00f3rio de produtos naturais de baixo peso molecular utilizados nas ind\u00fastrias de alimento, cosm\u00e9tica e farmac\u00eautica. A base molecular dessa diversidade \u00e9 em muito desconhecida, assim como permanecem para serem identificadas a maioria das enzimas e dos genes regulando a bioss\u00edntese desses compostos. Uma dessas rotas, conhecida como rota biossint\u00e9tica de caroten\u00f3ides, leva \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de bixina, um pigmento sintetizado por uma \u00fanica planta, conhecida como urucum (<em>Bixa orellana<\/em>&nbsp;L.), nativa da Am\u00e9rica tropical. Atualmente, muito pouco \u00e9 conhecido sobre a bioss\u00edntese, catabolismo e regula\u00e7\u00e3o de bixina em urucum. Estudos est\u00e3o sendo efetuados em nosso laborat\u00f3rio visando investigar a biologia molecular da bioss\u00edntese de bixina em urucum, a fim de entender melhor a base molecular do seu ac\u00famulo em sementes e utilizar esse conhecimento na manipula\u00e7\u00e3o do seu conte\u00fado, tanto em&nbsp;<em>B. orellana<\/em>&nbsp;quanto em outras esp\u00e9cies vegetais acumuladoras dos precursores necess\u00e1rios da rota. Os trabalhos de engenharia do metabolismo de bioss\u00edntese de bixina envolver\u00e3o a express\u00e3o de alguns genes de&nbsp;<em>B. orellana<\/em>&nbsp;em outras plantas que acumulam quantidades massivas de seus precursores e que sejam de f\u00e1cil transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica. Essa estrat\u00e9gia poder\u00e1 levar ao desenvolvimento de uma fonte alternativa e competitiva para a produ\u00e7\u00e3o natural de bixina.<br><em>Financiamento:<\/em>&nbsp;Banco do Nordeste<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Engenharia metab\u00f3lica do conte\u00fado de pr\u00f3-vitamina A (beta-caroteno) em citros:<\/strong>&nbsp;a defici\u00eancia de vitamina A \u00e9 um dos principais problemas que afetam a sa\u00fade p\u00fablica das popula\u00e7\u00f5es nos pa\u00edses em desenvolvimento da \u00c1sia, \u00c1frica e Am\u00e9rica Latina. A Organiza\u00e7\u00e3o Mundial de Sa\u00fade (OMS) estima que 3 milh\u00f5es de crian\u00e7as em idade pr\u00e9-escolar apresentam problemas de vis\u00e3o devido a defici\u00eancia de vitamina A e outros 200 milh\u00f5es de crian\u00e7as s\u00e3o sub-clinicamente afetadas em n\u00edvel severo ou moderado. Anualmente, estima-se que 250.000-500.000 crian\u00e7as em idade pr\u00e9-escolar ficam cegas dessa defici\u00eancia, e aproximadamente dois-ter\u00e7os dessas crian\u00e7as morrem poucos meses depois de tornarem-se cegas. No Brasil, estudos epidemiol\u00f3gicos indicam que a defici\u00eancia de vitamina A constitui um problema end\u00eamico em grandes \u00e1reas das Regi\u00f5es Norte, Nordeste e Sudeste. A causa da defici\u00eancia \u00e9 a dieta baseada principalmente em alimentos com baixo conte\u00fado ou desprovidos de beta-caroteno, cujo consumo predominante promove a defici\u00eancia de vitamina A. O maior consumo de beta-caroteno poderia ajudar a reduzir esse problema. Sucesso poderia ser encontrado na suplementa\u00e7\u00e3o de frutas\/suco de uma das plantas mais populares no Brasil, citros, com maior conte\u00fado de pr\u00f3-vitamina A. O presente projeto de pesquisa usa os genes da bioss\u00edntese de caroten\u00f3ides de&nbsp;<em>Citrus paradisi<\/em>&nbsp;para manipular a rota biossint\u00e9tica de caroten\u00f3ides em laranja-doce por meio de transforma\u00e7\u00e3o gen\u00e9tica, objetivando aumentar o conte\u00fado de pr\u00f3-vitamina A das frutas e do suco.<br><em>Financiamento:<\/em>&nbsp;International Foundation for Science<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Produ\u00e7\u00e3o de ant\u00edgeno em plantas bioreatoras visando \u00e0 indu\u00e7\u00e3o de imunidade de mucosa contra&nbsp;<em>Toxoplasma gondii<\/em>:<\/strong>&nbsp;Esta proposta visa desenvolver um sistema de imuniza\u00e7\u00e3o contra a toxoplasmose humana e animal, doen\u00e7a end\u00eamica em todo o Brasil e com alta incid\u00eancia na regi\u00e3o do semi-\u00e1rido. O objetivo \u00e9 produzir plantas bioretaotora expressando alvos prot\u00e9icos que s\u00e3o ant\u00edgenos de superf\u00edcie de&nbsp;<em>Toxoplasma gondii<\/em>. Estas plantas ser\u00e3o preparadas para estimular a imunidade de mucosa, quando inseridas na dieta animal. Assim, a finalidade maior \u00e9 desenvolver um sistema que possa contribuir para a ruptura do ciclo da doen\u00e7a em animais e que com isso, contribuir\u00e1 para o controle da toxoplasmose animal e humana.<br><em>Financiamento:<\/em>&nbsp;Banco do Nordeste<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-small-font-size\"><strong>Rede de cacau do Renorbio: Vassoura de bruxa:<\/strong>&nbsp;o projeto desenvolvido na UESC, em colabora\u00e7\u00e3o com a CEPLAC, utiliza a tecnologia de RNAi (RNA inteferente) no estudo da intera\u00e7\u00e3o cacau x vassoura de bruxa, visando a identifica\u00e7\u00e3o de genes-alvos que possam conferir resist\u00eancia \u00e0 doen\u00e7a quando silenciados na planta.<br><em>Financiamento:<\/em>&nbsp;Minist\u00e9rio de Ci\u00eancia e Tecnologia<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"has-medium-font-size wp-block-paragraph\"><strong>:: Conv\u00eanios:<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"has-small-font-size wp-block-paragraph\">O Laborat\u00f3rio de Cultura de Tecidos conta com dois conv\u00eanios institucionais, favorecendo o interc\u00e2mbio de alunos e pesquisarores:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li class=\"has-small-font-size\">Conv\u00eanio nacional UESC-Embrapa firmado em 2009.<\/li>\n\n\n\n<li class=\"has-small-font-size\">Conv\u00eanio internacional com o Centro de Coopera\u00e7\u00e3o Internacional em Pesquisa Agron\u00f4mica para o Desenvolvimento (Cirad, Fran\u00e7a) firmado em 2002.<\/li>\n<\/ol>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Equipe Pesquisadores Respons\u00e1veis: Dra. 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